Por Wander Fabrício Rodrigues, para Visão Política Brasil

“Mal cheiro”
Não se faz mais jornalismo como antigamente. Jogaram na vala comum essa profissão, na medida que, não se exige mais diploma para tal exercício, todos agora se dizem jornalistas. Presenciamos uma plêiade de homens e mulheres mal intencionados, defendendo sorrateiramente suas ideologias nefastas que causam prejuízos a uma nação, sem que isso lhes traga o menor constrangimento. Dividiram um país por conta de interesses e privilégios pessoais e, instalou-se o tempo da desinformação. Para tanto salve-se quem puder porque o que importa é “lacrar” ficando a verdade no plano secundário. Reputações são jogadas na lata do lixo com a maior naturalidade, haja vista que, se furtam da verdade, em atos covardes, uma vez que se escondem no anonimato proporcionado pelas mídias sociais.

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Imagem Divulgação FOTO – reprodução ( Planeta Educação )


“Respaldo emparelhado”
Têm a seu favor um parceiro incondicional, pau para toda obra, o Judiciário, um dos três Poderes que, em tese, deveria servir ao país, se presta a papéis secundários em atender a caprichos privados. É o toma-lá-dá-cá, é a troca de favores, proteções, a manutenção da preservação do anonimato do crime, da ilicitude, da irregularidade, e todos vão se mantendo em seus postos a trancos e barrancos, arrastando a nação. Perdeu-se o fio do bigode, nem documento escrito tem mais validade, mesmo que tenha sido reconhecido firma em cartório, já não vale mais. O que vale é estar do lado correto da narrativa que convence, doutrina, inverte e subverte valores.
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Imagem Divulgação: FOTO reprodução – Site – UNINASSAU

“Gramscismo doutrinador”
Tudo isso, graças às teorias e lavagens cerebrais propostas por Antonio Gramsci, utilizando as Universidades Federais como trampolim para alcançar seus sórdidos objetivos de doutrinar jovens incautos, despreparados, que não encontraram em casa uma base sólida que impedisse e os blindassem de tão perversa ideologia. Tornaram-se presas fáceis, massa de manobra e joguetes nas mãos habilidosas de velhas raposas conhecedoras dos meandros dessa maligna e perversa prática. Quão bela, sublime e necessária profissão, jornalismo, jornalista, velho jargão, “não se come a carne onde se ganha o pão”, mas ignoraram isso. Enfiaram os pés pelas mãos, comeram a carne, o pão, lambuzaram a cara, sujaram as mãos. Perdida a credibilidade, difícil retomar e trilhar novamente esse caminho em busca da verdade. Ainda há esperança, novos tempos estão surgindo, novas idéias, homens de fibra nascendo. Corajosos não se deixarão vencer e se abater pelo joio que cresceu no meio do trigo. Nunca se fez tão necessário reconstruir e reescrever a história. O jornalismo está acima de pseudos jornalistas, vivemos de idéias, ideais, verdades, renascimentos, reconstrução, nada, ninguém suplantará essa nação.